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No Blog do Animal Clinic traz tudo para você ficar por dentro das novidades do mundo pet e garantir as melhores dicas sobre alimentação, higiene, saúde, curiosidades e comportamento animal. A resposta para a sua dúvida sobre seu pet está aqui.
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Hoje vamos falar sobre a obesidade em Pets. Esse é um assunto delicado, mas que tem um certo “tabú” que deve ser quebrado. Pessoas ainda costumam associar o sobrepeso de seu Pet com fartura e uma “boa saúde”, porém é importante frisar que isso pode significar o oposto, já que o sobrepeso pode prejudicar a saúde do Pet.

Colapso de traquéia, doença periodontal, hipotireoidismo, artrose, inflamação no fígado e problemas cardiovasculares, são apenas algumas dentre várias complicações que um cão obeso pode apresentar. Além de tumores, como no estômago, relacionados ao excesso de gordura no organismo animal.

Por isso, separamos algumas dicas para evitar o sobrepeso e obesidade em seu Pet, assim melhorando não só sua saúde, mas também o bem estar:
1. A alimentação deve ser de acordo com a raça e o porte do animal. Também é importante observar a idade e as condições de saúde.
2. É importante manter visitas regulares ao médico veterinário e seguir o tratamento indicado em caso de sobrepeso ou obesidade.
3. A atividade física é importante, por isso, mantenha uma rotina de passear sempre com seu cão.
4. Evite dar petiscos fora de hora, essa regra deve ter exceção apenas se for indicada por um médico veterinário especialista em nutrição.
5. Ensine seu cãozinho a não ficar “pedindo” comida quando todos estão à mesa.
6. A oferta de alimentos ao longo do dia deve ter uma rotina rígida.
7. Lembre-se: os pets não precisam de “lanchinhos” entre as refeições.

Caso tenha alguma dúvida, ou se está preocupado quanto o peso do seu Pet, agende uma consulta. No Animal Clinic possuímos especialista em nutrição para seu Pet.


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O mês de Setembro Vermelho fala-se sobre prevenção de doenças do Coração, e é claro, não poderíamos deixar de adotar essa conscientização e cuidados com nossos Pets também.

Enfermidades que afetam o coração de cães e gatos costumam ser pouco diagnosticadas e, quando são, normalmente já estão em graus mais avançados. Isso porque os sinais clínicos deles podem ser bem diferentes dos nossos e pouco percebidos pelos pais humanos.
Tosse, cansaço, fraqueza, perda de peso, dificuldade para respirar e língua em tom mais roxo merecem atenção!
Dentre as doenças mais comuns na especialidade em cardiologia da medicina veterinária, podemos citar:

Insuficiência da Valva Mitral: representa mais de 70% das doenças cardíacas em cães, sendo mais comum em cães de pequeno porte. Os sinais mais comuns são tosse, fraqueza e dificuldade respiratória;

Cardiomiopatia Dilatada: mais comum em cães de grande porte. A fraqueza e desmaio são os sinais mais comuns, além disso, muitas vezes o animal pode ter morte súbita por arritmias cardíacas;

Dirofilariose: conhecida como verme do coração, essa doença parasitária é transmitida pela picada de mosquito. Mais comum em regiões litorâneas e próximas à lagoas e áreas de vegetação. Pode ser prevenida através da administração de antiparasitários.

Em Gatos a doença mais comum é a Cardiomiopatia Hipertrófica: essa doença leva a um espessamento exagerado da musculatura do coração, o qual não consegue ser preenchido adequadamente por sangue. Essa é uma doença silenciosa em grande parte das vezes.

As doenças cardíacas não têm cura e são, em sua maioria, progressivas. Por isso, é de extrema importância se atentar aos sintomas e principalmente a prevenção: checkups, consultas e exames de rotina, são grandes aliados para um diagnóstico precoce, ajudando de forma significativa o tratamento e podendo até mesmo, salvar a vida do seu Pet, dando mais conforto e qualidade de vida a ele.


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No mês de Setembro é realizada a Campanha Setembro Amarelo para a prevenção do suicídio. Essa campanha começou em 2014 em Brasília e se estendeu por todo o Brasil.
Quem tem pets sabe que eles trazem muita alegria para a vida de uma pessoa, mas muito ainda desconhecem os benefícios físicos e mentais que acompanham o prazer de brincar ou se acalentar com um bichinho de estimação. Estudos da sociedade de Psiquiatria e Psicologia apontam que ter um pet ajuda também na prevenção de suicídios.

Recentemente diversos estudos começaram a revelar cientificamente os benefícios do vínculo humano-animal. Por exemplo, a Associação Americana de Saúde do Coração ligou o convívio com animais de estimação, especialmente cães, com o risco reduzido de doenças cardíacas e maior longevidade. Estudos também descobriram que: Donos de cães são menos propensos a sofrer de depressão do que aqueles sem animais de estimação; Pessoas com cães têm menor pressão arterial em situações estressantes do que aquelas sem animais de estimação. Um estudo descobriu que, mesmo quando as pessoas com hipertensão leve adotaram cães de um abrigo, a pressão arterial diminuiu significativamente em apenas cinco meses; Brincar com um cão ou gato pode elevar os níveis de serotonina e dopamina, o que acalma e relaxa. A companhia de um animal de estimação também pode aliviar a solidão, e a maioria dos cães é um grande estímulo para o exercício saudável, o que pode melhorar substancialmente o humor e aliviar a depressão

PROCURE AJUDA – Se você pensa em tirar a própria a vida ou conhece alguém que dá indícios de que possa cometer suicídio, saiba que especialistas afirmam que o mais importante é que as pessoas não fiquem com este sentimento somente para si. É preciso conversar, buscar ajuda e orientar aqueles que demonstram o desejo de se matar para que procurem atendimento na rede de saúde e também pode entrar em contato com o Centro de Valorização da Vida (CVV), que atua na prevenção do suicídio. Os atendimentos são realizados por meio da linha gratuita 188, “chats” pela internet (www.cvv.org.br), correspondências e e-mail.


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Algumas das plantas ornamentais que cultivamos em casa podem parecer inofensivas, mas existem espécies que, quando ingeridas, se tornam tóxicas a animais e algumas vezes até mesmo a pessoas.

Muitos bichinhos, principalmente gatos e cachorros, têm o costume de ingerir elementos da natureza, seja por curiosidade, brincadeira ou quando não estão se sentindo muito bem.
São plantas bem comuns, que vemos diariamente por aí e mal sabemos os danos que podem causar. O ideal é que donos de Pets evitem ter tais plantas em casa ou no jardim, para que não ocorra acidentes, pois dependendo da quantidade, a intoxicação também pode levar a óbito.

 

1. Palmeira Cica (Cycas Revoluta)

É preciso arrancar as folhas antigas" - #OxeRecife

É uma bela planta bastante usada em projetos de paisagismo. A planta tem 3 toxinas: Cicasina, Beta-metilamino-L-alanina e uma terceira toxina, aparentemente ainda não identificada.  Embora as sementes sejam especialmente palatáveis aos animais, todas as partes da planta são consideradas altamente tóxicas para cães, gatos, cavalos e outros animais, podendo inclusive levar a óbito.

 

2. Dama da Noite

Foto: iStock

Considerada uma planta invasiva, a dama-da-noite chama atenção pelo aroma de suas flores, que atraem abelhas, beija-flores e borboletas. “Suas partes tóxicas são os frutos imaturos e suas folhas, que se ingeridos podem causar náuseas, vômito, agitação psicomotora, distúrbios comportamentais e alucinações”.

 

3. Azaleia

Foto: Reprodução / Pixabay

A azaleia é uma planta que fascina pela beleza de suas flores e que, por causa disso, pode ser facilmente encontrada dentro de casas e em jardins. No entanto, o seu nível de toxidade varia de moderado a grave, podendo causar: vômitos, salivação intensa, perda de apetite, diarreia, arritmia cardíaca, queda de pressão, convulsões, cegueira, fraqueza, tremores e até mesmo coma.

 

4. Mamona

Foto: Reprodução / Pixabay Os sintomas da ingestão dessa planta começam a aparecer no sistema nervoso do animal depois de cerca de 24 horas. Todas as suas sementes são tóxicas. Os sintomas desencadeados são: náuseas, vômitos, cólicas abdominais, secura de mucosas, hipotermia, taquicardia, vertigens, sonolência, torpor e em casos mais graves, coma e óbito.

 

5. Espirradeira

Foto: iStock

A espirradeira possui folhas rústicas e flores variadas encontradas em diversas cores, como rosa, amarelo, branco e vermelho. Também muito usada para ornamentar jardins, possui todas as suas partes tóxicas. Com sintomas que variam desde vômitos, diarreia, arritmias, dispneia até paralisia, como e consequentemente a morte do animalzinho.

 

6. Coroa de Cristo

Foto: iStock

Comumente encontrada como proteção em cercas viva, sua toxina está presente no látex irritante que exala da planta. Ao entrar em contato com seu animal de estimação, a seiva leitosa poderá provocar reações inflamatórias (dor, vermelhidão e inchaço). Caso em contato com os olhos, poderá provocar até mesmo cegueira.

 

7. Lírio

Foto: Reprodução / Pixabay

Planta frequentemente usada como ornamento, principalmente por suas flores aromáticas. Todas as suas espécies são consideradas tóxicas, e a sua ingestão pode ocasionar irritação nos olhos, oral e de mucosas, pele seca e avermelhada, agitação psicomotora, dificuldade de engolir, alucinações e delírios e problemas respiratórios.

 

8. Hera

Foto: iStock

Tóxica por inteira, o seu óleo “urushiol” irrita principalmente mucosas, causando coceira excessiva, irritação nos olhos, irritação oral, dificuldade de deglutinação e até mesmo de respiração. Por ser uma planta trepadeira, pode ser encontrada no formato de arbustos, misturada a outras vegetações.

 

9. Bico de Papagaio

Foto: Reprodução / Pixabay

O bico-de-papagaio também possui uma seiva que provoca muitos danos, como lesão na pele e mucosas, queimação e coceira, náuseas, vômitos e gastroenterite. É comum na época de Natal, muito usada para combinar com a decoração de fim de ano. Mas poucas pessoas sabem do potencial venenoso da planta, fazendo com que casos de envenenamento se tornem comuns nessa época.

 

10. Espada de São Jorge

Foto: iStock

Muitas pessoas acreditam que essa planta trás prosperidade a casa e, por isso, ela é facilmente encontrada como ornamento. É considerada uma das plantas com menor grau de toxidade, pois a consequência de sua ingestão se resume a salivação intensa, dificuldade de movimentação e respiração.

 

11. Comigo Ninguém Pode

Foto: Reprodução / Pixabay

Além de possuir folhas de beleza incomparável, acredita-se que essa planta traga proteção a casa, o que contribui para um maior número de incidentes por intoxicação. A seiva provoca irritação das mucosas, edema de lábios, língua e palato; o consumo de outras partes da planta pode causar cólicas abdominais, náuseas e vômitos; o contato com os olhos gera edema, fotofobia e lacrimejamento.

12. Copo de Leite

Foto: iStock

Considerada uma das plantas mais populares, é também tóxica, possui o mesmo princípio ativo da “Comigo Ninguém Pode”.

 

13. Mandioca Brava ou Castelinha

Foto: Reprodução / Pixabay

Quando ingerida crua, a castelinha se torna extremamente tóxica, pois suas raízes e folhas possuem uma substância chamada linamarina que pode até mesmo matar. Os efeitos provocados são asfixia e convulsões. Em seu tratamento, é necessário mais que depressa a hospitalização, lavagem gástrica e por fim um tipo de antídoto específico.

 

14. Samambaia

Foto: iStock

As samambaias são encontradas principalmente nas regiões sul e sudeste do Brasil e costumam manter seus princípios tóxicos mesmo secas. Todas as suas folhas são tóxicas, e os sintomas são febre, hemorragia na pele (suor com sangue), diarreia com sangue, diminuição do número de plaquetas. Devido a todos esses efeitos, o animal perde sangue rapidamente, podendo o levar a óbito.

 

15. Tomate Verde

Foto: Reprodução / Pixabay

O tomate é uma fruta altamente consumida quando madura. Mas, os que possuem animais de estimação, devem tomar cuidado, pois quando verdes os frutos e suas folhas, possuem alta quantidade de uma substância tóxica chamada tomatina. A tomatina causa salivação, diarreia, vômitos, arritmia cardíaca e dificuldade na respiração.

 

16. Tulipa

Foto: Reprodução / Pixabay

Apesar de muito populares, as tulipas também são tóxicas e seu bulbo é prejudicial principalmente para gatos. Alguns dos sintomas comuns após sua ingestão são vômitos, irritação gástrica e diarreia.

Há também várias outras plantas que são tóxicas e podem causar danos aos animais, dentre elas:

  • Glicínia
  • Costela de Adão
  • Antúrio
  • Violeta
  • Hibisco
  • Avenca
  • Fumo Bravo
  • Dedaleira
  • Beladona

 

O indicado é que antes de adquirir uma nova planta, pesquise se ela não fará mal a seu filho de 4 patas e mantê-la longe de seus Pets.
Caso haja dúvidas ou suspeita de intoxicação, leve-o imediatamente ao veterinário, o hospital veterinário Animal Clinic atende 24 Horas e conta com uma equipe preparada para lidar com esses acidentes.

 

 

Fonte: Tua Casa


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Você sabia?? Saúde Bucal

Pode ser chocante esse dado, mas é verdade! 

Você sabia que há uma estimativa de que apenas 10% dos tutores de cães e gatos mantêm a escovação bucal de seus animais em dia.

O que é mais alarmante é que a higiene bucal evita vários problemas de saúde e, principalmente, proporciona maior bem-estar aos animais.

Alguns problemas que podem ser evitados são:

– Acúmulo de tártaro;

– Gengivites;

– Retração gengival;

– Traumas que expõe a polpa do dente;

– Lesões;

– Úlceras bucais

– Doenças renais

– Doenças cardíacas

Por isso, é importantíssimo fazer consultas periódicas ao Médico Veterinário, além de fazer uso de petiscos funcionais que auxiliam na higiene, enxaguantes bucais e os próprios cremes dentais adequados para animais para a escovação. 

Outra questão que ajuda, e muito, na saúde bucal do seu bichinho é a boa escolha da ração mais adequada para cada raça, mantendo bons hábitos alimentares.

E não oferecer nada de alimentação caseira que não tenha sido prescrita por um nutricionista.

 

Quer saber mais? Marque uma consulta pelo seu celular, clicando aqui http://bit.ly/animalclinicbatel

 


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Vacinação

Desde muito pequenininhos os pets precisam se proteger de doenças e a forma mais eficaz de fazer isso é mantendo a vacinação em dia. Há vários tipos de vacinas que protegem o seu bichinho de diversas doenças, porém somente o Médico Veterinário é devidamente capacitado a montar um protocolo de vacinação.

Feito isso, é importante lembrar que quanto mais novinhos os filhotes, maior o cuidado. No início da vida do seu pet, ele receberá uma série de vacinas que o protegerá contra doenças que podem acometê-los, uma vez que são muito novinhos e, por isso, possuem ainda o organismo em desenvolvimento. 

É por isso que não é indicado que façam passeios antes da última vacina, que normalmente é dada por volta do quinto mês de vida: seu organismo ainda não está imune suficiente para lidar com outros animais ou com a poluição (e possíveis vírus) da cidade.

E não são só os filhotinhos que devem ser vacinados não! Após o primeiro ano de vida, é fundamental que seu bichinho receba as vacinas anuais, mantendo-se protegidos e, consequentemente, prolongando a sua expectativa de vida.

É preciso obedecer ao protocolo de vacinação, garantindo assim uma melhor qualidade de vida a esses serzinhos que tanto trazem alegrias às nossas vidas!

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Iti malia, como cuidar de um filhotinho

Tem coisa mais fofinha que um filhotinho pequenininho precisando de todo o nosso carinho e atenção para ganhar o mundo lá fora? Não tem mesmo!

Porém, junto de toda aquela fofurice, vem também uma responsabilidade muito grande dos tutores em cuidar de um serzinho tão frágil e indefeso.

Por isso, nós preparamos algumas dicas especiais para você que vai ganhar ou já tem um filhotinho em casa. Então fique ligado nessas dicas, se o seu bichinho ainda não completou um aninho de idade:

  • Dê sempre água fresca e filtrada em abundância ao seu filhote. Atente-se para manter o bebedouro sempre limpo.
  • Escolha a ração ideal e confira a quantidade certa para cada raça. Porém, independentemente disso, alimente o seu pet em pequenas porções por pelo menos quatro vezes ao dia.
  • Os banhos devem ser dados em casa até aproximadamente cinco meses de idade, e somente quando necessário.
  • Já os passeios só podem ser liberados cerca de quinze dias depois da última vacina.
  • E por falar em vacina, o protocolo de vacinação deve ser montado pelo veterinário e seguido à risca, para garantir a saúde do seu bichinho.

  • A vermifugação deve ser mensal até o sexto mês de vida e depois disso deve ser feita de quatro em quatro meses.
  • De forma profilática, mantenha sempre a higiene dos ouvidos em dia, limpando-os uma vez por semana.
  • Já os dentinhos devem ser escovados pelo menos uma vez ao dia.

 

Seguindo essas orientações, seu filhotinho crescerá saudável e feliz!!!

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Que os cães são incríveis, muita gente já acha, não é por menos que eles são carinhosamente chamados de ser humaninhos. Mas, o fato é que esses bichinhos possuem habilidades cognitivas impressionantes, o que causa certa surpresa nos mais desavisados. 

Quer saber algumas delas? 

Então confira a lista de curiosidades que separamos para você:

-Eles são ótimos em demonstrar o que sentem através de expressões faciais, sons ou do próprio abanar do rabo. Os tutores mais sensíveis são capazes de identificar exatamente o que seu bichinho quer a partir dessas pequenas ações.

– Aliás, ciúme é com eles mesmos. Uns mais outros menos, é comum que os cães mudem seu comportamento diante de situações em que seus tutores dão atenção a pessoas que não fazem parte do seu convívio ou até mesmo outros animais. Alguns ficam mais agressivos, outros apenas fazem alguma arte para “chamar atenção”.

– Eles também são extremamente sensíveis aos sentimentos humanos. Ao menor sinal de tristeza do seu tutor, são capazes de demonstrar cumplicidade, ficando mais próximos e demonstrando que “estão aí” para o que eles sentem.

– E por falar nisso, sabia que os cães também desenvolvem quadros de depressão? Sim! E os principais sinais de que eles estão passando por uma má fase é quando se isolam, ficam mais quietos, ou deixam de querer fazer aquilo que sempre tiveram costume de fazer.

– Outra curiosidade é que os cães entendem o que a gente diz. Isso porque são capazes de associar palavras a ações, assim como entendem que tom de voz quer dizer o quê. 

– Aliás, os cães têm a incrível capacidade de tomar decisões assertivas. Eles são lógicos e cada ação que tomam têm um porquê!

– Por fim, mas não menos importante, o que talvez seja o mais sabido por todos: a sua habilidade olfativa! Eles são aptos a distinguir cheiros à uma distância considerável. É por isso, por exemplo, que correm para a porta quando o dono está chegando, mesmo ele ainda estando bem longe do portão de casa.

São ou não são dignos de nossa admiração?!

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Diabetes Canina é uma doença que vem cada vez mais sendo diagnosticada. Mas, você sabe o que favorece o aparente aumento dessa doença nos cães? 

E nós listamos alguns motivos: Predisposição genética, doenças que afetem a produção ou ação da insulina, desregulação hormonal, idade ou também o uso errado de medicamentos.

 E nós temos algumas dicas para te ajudar na prevenção da diabetes no seu pet, confira:

. Boa alimentação;

. Estímulo da prática de atividades físicas, levando-o para passear e deixando-o em local livre para que possa correr e brincar à vontade;

. Check Ups regulares

Se não tratada, a diabetes pode causar cegueira, má cicatrização – qualquer ferida pode demorar muito para fechar, e pode até ser fatal, se comprometer o bom funcionamento do organismo como um todo

O tratamento para cães já diagnosticados é a aplicação diária de uma injeção de insulina com controle constante da glicemia, prática de atividades físicas e alimentação balanceada à base de ração dietética ou alimentos com baixo índice glicêmico. 

Fique atento a qualquer alteração de comportamento ou rotina do seu pet. 

Caso identifique qualquer mudança suspeita, compareça imediatamente ao hospital veterinário para uma consulta de rotina. 

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Acupuntura até para os pets?

Simmmm!  

Conhecida como uma terapia alternativa, a acupuntura é, na verdade, uma especialidade médica indicada para complementar o tratamento de diversas patologias animais. O método milenar pode ser aplicado em qualquer animal, desde que haja indicação médica.

Por estimular pontos específicos do corpo através das picadas das agulhas, esse método

terapêutico ajuda da prevenção de doenças e no restabelecimento do organismo, uma vez que consegue atuar diretamente no sistema nervoso central. 

 

Veja alguns benefícios da acupuntura:

 

– Ajuda a melhorar o fluxo sanguíneo;

– Estimula o sistema imunológico;

– Alivia dores;

– Auxilia na recuperação motora;

– Relaxa!

– E muito mais…

 

As indicações são inúmeras e dependendo da gravidade do problema, a acupuntura pode ser utilizada como terapia principal ou como complemento ao tratamento de doenças como:

paralisias, artroses, AVCs, dermatites e muitos outros “itens” que acometem os nossos

bichinhos.

E até para aqueles animais com distúrbios comportamentais a acupuntura pode ser a solução. Sem contar na sua utilidade para auxiliar na recuperação pós-operatório dos seus bichinhos de estimação.

 

Marque uma consulta na Animal Clinic e entenda se essa é uma boa opção para solucionar os problemas de saúde do seu pet e saber quando é contra-indicado. 

 

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