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No Blog do Animal Clinic traz tudo para você ficar por dentro das novidades do mundo pet e garantir as melhores dicas sobre alimentação, higiene, saúde, curiosidades e comportamento animal. A resposta para a sua dúvida sobre seu pet está aqui.
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14/out/2020

Hoje vamos falar sobre a obesidade em Pets. Esse é um assunto delicado, mas que tem um certo “tabú” que deve ser quebrado. Pessoas ainda costumam associar o sobrepeso de seu Pet com fartura e uma “boa saúde”, porém é importante frisar que isso pode significar o oposto, já que o sobrepeso pode prejudicar a saúde do Pet.

Colapso de traquéia, doença periodontal, hipotireoidismo, artrose, inflamação no fígado e problemas cardiovasculares, são apenas algumas dentre várias complicações que um cão obeso pode apresentar. Além de tumores, como no estômago, relacionados ao excesso de gordura no organismo animal.

Por isso, separamos algumas dicas para evitar o sobrepeso e obesidade em seu Pet, assim melhorando não só sua saúde, mas também o bem estar:
1. A alimentação deve ser de acordo com a raça e o porte do animal. Também é importante observar a idade e as condições de saúde.
2. É importante manter visitas regulares ao médico veterinário e seguir o tratamento indicado em caso de sobrepeso ou obesidade.
3. A atividade física é importante, por isso, mantenha uma rotina de passear sempre com seu cão.
4. Evite dar petiscos fora de hora, essa regra deve ter exceção apenas se for indicada por um médico veterinário especialista em nutrição.
5. Ensine seu cãozinho a não ficar “pedindo” comida quando todos estão à mesa.
6. A oferta de alimentos ao longo do dia deve ter uma rotina rígida.
7. Lembre-se: os pets não precisam de “lanchinhos” entre as refeições.

Caso tenha alguma dúvida, ou se está preocupado quanto o peso do seu Pet, agende uma consulta. No Animal Clinic possuímos especialista em nutrição para seu Pet.


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24/set/2020

O mês de Setembro Vermelho fala-se sobre prevenção de doenças do Coração, e é claro, não poderíamos deixar de adotar essa conscientização e cuidados com nossos Pets também.

Enfermidades que afetam o coração de cães e gatos costumam ser pouco diagnosticadas e, quando são, normalmente já estão em graus mais avançados. Isso porque os sinais clínicos deles podem ser bem diferentes dos nossos e pouco percebidos pelos pais humanos.
Tosse, cansaço, fraqueza, perda de peso, dificuldade para respirar e língua em tom mais roxo merecem atenção!
Dentre as doenças mais comuns na especialidade em cardiologia da medicina veterinária, podemos citar:

Insuficiência da Valva Mitral: representa mais de 70% das doenças cardíacas em cães, sendo mais comum em cães de pequeno porte. Os sinais mais comuns são tosse, fraqueza e dificuldade respiratória;

Cardiomiopatia Dilatada: mais comum em cães de grande porte. A fraqueza e desmaio são os sinais mais comuns, além disso, muitas vezes o animal pode ter morte súbita por arritmias cardíacas;

Dirofilariose: conhecida como verme do coração, essa doença parasitária é transmitida pela picada de mosquito. Mais comum em regiões litorâneas e próximas à lagoas e áreas de vegetação. Pode ser prevenida através da administração de antiparasitários.

Em Gatos a doença mais comum é a Cardiomiopatia Hipertrófica: essa doença leva a um espessamento exagerado da musculatura do coração, o qual não consegue ser preenchido adequadamente por sangue. Essa é uma doença silenciosa em grande parte das vezes.

As doenças cardíacas não têm cura e são, em sua maioria, progressivas. Por isso, é de extrema importância se atentar aos sintomas e principalmente a prevenção: checkups, consultas e exames de rotina, são grandes aliados para um diagnóstico precoce, ajudando de forma significativa o tratamento e podendo até mesmo, salvar a vida do seu Pet, dando mais conforto e qualidade de vida a ele.


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09/set/2020

No mês de Setembro é realizada a Campanha Setembro Amarelo para a prevenção do suicídio. Essa campanha começou em 2014 em Brasília e se estendeu por todo o Brasil.
Quem tem pets sabe que eles trazem muita alegria para a vida de uma pessoa, mas muito ainda desconhecem os benefícios físicos e mentais que acompanham o prazer de brincar ou se acalentar com um bichinho de estimação. Estudos da sociedade de Psiquiatria e Psicologia apontam que ter um pet ajuda também na prevenção de suicídios.

Recentemente diversos estudos começaram a revelar cientificamente os benefícios do vínculo humano-animal. Por exemplo, a Associação Americana de Saúde do Coração ligou o convívio com animais de estimação, especialmente cães, com o risco reduzido de doenças cardíacas e maior longevidade. Estudos também descobriram que: Donos de cães são menos propensos a sofrer de depressão do que aqueles sem animais de estimação; Pessoas com cães têm menor pressão arterial em situações estressantes do que aquelas sem animais de estimação. Um estudo descobriu que, mesmo quando as pessoas com hipertensão leve adotaram cães de um abrigo, a pressão arterial diminuiu significativamente em apenas cinco meses; Brincar com um cão ou gato pode elevar os níveis de serotonina e dopamina, o que acalma e relaxa. A companhia de um animal de estimação também pode aliviar a solidão, e a maioria dos cães é um grande estímulo para o exercício saudável, o que pode melhorar substancialmente o humor e aliviar a depressão

PROCURE AJUDA – Se você pensa em tirar a própria a vida ou conhece alguém que dá indícios de que possa cometer suicídio, saiba que especialistas afirmam que o mais importante é que as pessoas não fiquem com este sentimento somente para si. É preciso conversar, buscar ajuda e orientar aqueles que demonstram o desejo de se matar para que procurem atendimento na rede de saúde e também pode entrar em contato com o Centro de Valorização da Vida (CVV), que atua na prevenção do suicídio. Os atendimentos são realizados por meio da linha gratuita 188, “chats” pela internet (www.cvv.org.br), correspondências e e-mail.


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05/jun/2020

Algumas das plantas ornamentais que cultivamos em casa podem parecer inofensivas, mas existem espécies que, quando ingeridas, se tornam tóxicas a animais e algumas vezes até mesmo a pessoas.

Muitos bichinhos, principalmente gatos e cachorros, têm o costume de ingerir elementos da natureza, seja por curiosidade, brincadeira ou quando não estão se sentindo muito bem.
São plantas bem comuns, que vemos diariamente por aí e mal sabemos os danos que podem causar. O ideal é que donos de Pets evitem ter tais plantas em casa ou no jardim, para que não ocorra acidentes, pois dependendo da quantidade, a intoxicação também pode levar a óbito.

 

1. Palmeira Cica (Cycas Revoluta)

É preciso arrancar as folhas antigas" - #OxeRecife

É uma bela planta bastante usada em projetos de paisagismo. A planta tem 3 toxinas: Cicasina, Beta-metilamino-L-alanina e uma terceira toxina, aparentemente ainda não identificada.  Embora as sementes sejam especialmente palatáveis aos animais, todas as partes da planta são consideradas altamente tóxicas para cães, gatos, cavalos e outros animais, podendo inclusive levar a óbito.

 

2. Dama da Noite

Foto: iStock

Considerada uma planta invasiva, a dama-da-noite chama atenção pelo aroma de suas flores, que atraem abelhas, beija-flores e borboletas. “Suas partes tóxicas são os frutos imaturos e suas folhas, que se ingeridos podem causar náuseas, vômito, agitação psicomotora, distúrbios comportamentais e alucinações”.

 

3. Azaleia

Foto: Reprodução / Pixabay

A azaleia é uma planta que fascina pela beleza de suas flores e que, por causa disso, pode ser facilmente encontrada dentro de casas e em jardins. No entanto, o seu nível de toxidade varia de moderado a grave, podendo causar: vômitos, salivação intensa, perda de apetite, diarreia, arritmia cardíaca, queda de pressão, convulsões, cegueira, fraqueza, tremores e até mesmo coma.

 

4. Mamona

Foto: Reprodução / Pixabay Os sintomas da ingestão dessa planta começam a aparecer no sistema nervoso do animal depois de cerca de 24 horas. Todas as suas sementes são tóxicas. Os sintomas desencadeados são: náuseas, vômitos, cólicas abdominais, secura de mucosas, hipotermia, taquicardia, vertigens, sonolência, torpor e em casos mais graves, coma e óbito.

 

5. Espirradeira

Foto: iStock

A espirradeira possui folhas rústicas e flores variadas encontradas em diversas cores, como rosa, amarelo, branco e vermelho. Também muito usada para ornamentar jardins, possui todas as suas partes tóxicas. Com sintomas que variam desde vômitos, diarreia, arritmias, dispneia até paralisia, como e consequentemente a morte do animalzinho.

 

6. Coroa de Cristo

Foto: iStock

Comumente encontrada como proteção em cercas viva, sua toxina está presente no látex irritante que exala da planta. Ao entrar em contato com seu animal de estimação, a seiva leitosa poderá provocar reações inflamatórias (dor, vermelhidão e inchaço). Caso em contato com os olhos, poderá provocar até mesmo cegueira.

 

7. Lírio

Foto: Reprodução / Pixabay

Planta frequentemente usada como ornamento, principalmente por suas flores aromáticas. Todas as suas espécies são consideradas tóxicas, e a sua ingestão pode ocasionar irritação nos olhos, oral e de mucosas, pele seca e avermelhada, agitação psicomotora, dificuldade de engolir, alucinações e delírios e problemas respiratórios.

 

8. Hera

Foto: iStock

Tóxica por inteira, o seu óleo “urushiol” irrita principalmente mucosas, causando coceira excessiva, irritação nos olhos, irritação oral, dificuldade de deglutinação e até mesmo de respiração. Por ser uma planta trepadeira, pode ser encontrada no formato de arbustos, misturada a outras vegetações.

 

9. Bico de Papagaio

Foto: Reprodução / Pixabay

O bico-de-papagaio também possui uma seiva que provoca muitos danos, como lesão na pele e mucosas, queimação e coceira, náuseas, vômitos e gastroenterite. É comum na época de Natal, muito usada para combinar com a decoração de fim de ano. Mas poucas pessoas sabem do potencial venenoso da planta, fazendo com que casos de envenenamento se tornem comuns nessa época.

 

10. Espada de São Jorge

Foto: iStock

Muitas pessoas acreditam que essa planta trás prosperidade a casa e, por isso, ela é facilmente encontrada como ornamento. É considerada uma das plantas com menor grau de toxidade, pois a consequência de sua ingestão se resume a salivação intensa, dificuldade de movimentação e respiração.

 

11. Comigo Ninguém Pode

Foto: Reprodução / Pixabay

Além de possuir folhas de beleza incomparável, acredita-se que essa planta traga proteção a casa, o que contribui para um maior número de incidentes por intoxicação. A seiva provoca irritação das mucosas, edema de lábios, língua e palato; o consumo de outras partes da planta pode causar cólicas abdominais, náuseas e vômitos; o contato com os olhos gera edema, fotofobia e lacrimejamento.

12. Copo de Leite

Foto: iStock

Considerada uma das plantas mais populares, é também tóxica, possui o mesmo princípio ativo da “Comigo Ninguém Pode”.

 

13. Mandioca Brava ou Castelinha

Foto: Reprodução / Pixabay

Quando ingerida crua, a castelinha se torna extremamente tóxica, pois suas raízes e folhas possuem uma substância chamada linamarina que pode até mesmo matar. Os efeitos provocados são asfixia e convulsões. Em seu tratamento, é necessário mais que depressa a hospitalização, lavagem gástrica e por fim um tipo de antídoto específico.

 

14. Samambaia

Foto: iStock

As samambaias são encontradas principalmente nas regiões sul e sudeste do Brasil e costumam manter seus princípios tóxicos mesmo secas. Todas as suas folhas são tóxicas, e os sintomas são febre, hemorragia na pele (suor com sangue), diarreia com sangue, diminuição do número de plaquetas. Devido a todos esses efeitos, o animal perde sangue rapidamente, podendo o levar a óbito.

 

15. Tomate Verde

Foto: Reprodução / Pixabay

O tomate é uma fruta altamente consumida quando madura. Mas, os que possuem animais de estimação, devem tomar cuidado, pois quando verdes os frutos e suas folhas, possuem alta quantidade de uma substância tóxica chamada tomatina. A tomatina causa salivação, diarreia, vômitos, arritmia cardíaca e dificuldade na respiração.

 

16. Tulipa

Foto: Reprodução / Pixabay

Apesar de muito populares, as tulipas também são tóxicas e seu bulbo é prejudicial principalmente para gatos. Alguns dos sintomas comuns após sua ingestão são vômitos, irritação gástrica e diarreia.

Há também várias outras plantas que são tóxicas e podem causar danos aos animais, dentre elas:

  • Glicínia
  • Costela de Adão
  • Antúrio
  • Violeta
  • Hibisco
  • Avenca
  • Fumo Bravo
  • Dedaleira
  • Beladona

 

O indicado é que antes de adquirir uma nova planta, pesquise se ela não fará mal a seu filho de 4 patas e mantê-la longe de seus Pets.
Caso haja dúvidas ou suspeita de intoxicação, leve-o imediatamente ao veterinário, o hospital veterinário Animal Clinic atende 24 Horas e conta com uma equipe preparada para lidar com esses acidentes.

 

 

Fonte: Tua Casa


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